terça-feira, 22 de junho de 2010

O amor é inevitavel

Era depreprimente  aguentar a guerra dia após dia durante anos interminaveis, aquele cenario no qual eu estava vivendo era deprimente, tudo o que eu via era marrom acizentado, eu já não aguentava mais todo aquele sofrimento. Minha única alegria eram as cartas de Marieta que chegavam a cada seis meses, a maioria diziam que ela estava com muita saudade e que me amava muito, algumas outras contava acontecimentos na familia. Era duro saber que do outro lado do mundo meu filho crescia sem um pai e minha mulher contava infinitamente os dias para que a guerra acabasse, mas eram justamente essas mesmas pessoas que me faziam continuar a lutar.  Mas essa ultima carta me deixou abalado. Ela dizia:

“Meu grande amor,
A saudade é enorme e eu te amo muito. Há muito tempo eu te espero e continuarei te  esperando. Essa distantcia que  nos separa é enorme e já não sei se aguento mais. Me desulpe.  Outro dia eu conheci uma pessoa na padaria e ele me convidou para uma saida ao cinema. Me desculpe novamente,  mas inevitavelmente eu me apaixonei por ele. Te esperarei de braços aberto como um grande amigo meu, não mais como uma paixão, sinto muito.  Mas saiba que meu amor por você continua enorme apesar de já não ser como era antes,  não se esqueça de que você estara para no meu coração, e todos os nossos segredos eu guardarei  em algum lugar muito especial dentro de mim.
Com amor, sua eternamente
Marieta.”

Eu não a culpava. Eu não me culpava. Não culpava a ninguém. Eu sabia muito bem que o amor era magico e não tinha como evita-lo. E agora, meu filho era meu único consolo, mas ele nem se quer se lembrava de mim e que agora tinha um padrasto, decidi arriscar me  e guerriar de verdade, sem do nem piedade, aguardando a minha vez de ir embora desse mundo.
***
Pautado para o Bloinques. Edições visual, musical e conta/musical.

3 comentários:

  1. Por favor, quando for postar algum post, nos diga de qual edição é :D Grata.

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  2. aaah, eu vi um filme q era assim..
    Querido John.. *--*

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  3. eu nem vi o filme :// mas agora que você falou, parece mesmo, né? /o

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